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	<title>Luis Miguel Barudi de Matos - Advogado</title>
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	<description>O site foi criado para disponibilizar informações, notícias, doutrina e demais assuntos referentes à advocacia, Direito e Justiça.</description>
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		<title>Luis Miguel Barudi de Matos - Advogado</title>
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		<title>Perda de arrecadação pode superar ganhos no pré-sal, diz estudo</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 00:24:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Miguel Barudi de Matos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estudo alerta para risco de transferência de US$ 108 bilhões do setor público para o privado e a possibilidade de perda de cerca de US$ 22 bilhões na arrecadação com exploração de petróleo no pré-sal.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=miguelbarudi.wordpress.com&amp;blog=7582219&amp;post=720&amp;subd=miguelbarudi&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estudo elaborado pela Consultoria Legislativa da Câmara sobre a capitalização da Petrobras (PL <a href="http://www2.camara.gov.br/homeagencia/materias.html?pk=139501"><strong>5941/09</strong></a>) alerta para a possibilidade de a perda de arrecadação superar os ganhos com a cessão onerosa da exploração do pré-sal à empresa.</p>
<p>Conforme estimativa do autor do estudo, Paulo César Ribeiro Lima, a perda de arrecadação sem a participação especial seria de US$ 37,8 bilhões, com o barril de petróleo a US$ 70, enquanto o ganho com a cessão onerosa, que levará à retirada da cobrança da participação especial, será de US$ 15 bilhões &#8211; uma diferença de US$ 22,8 bilhões.</p>
<p>Além da perda de arrecadação, no pior cenário para a capitalização da Petrobras, haveria uma transferência de US$ 108 bilhões do setor público para o setor privado.</p>
<p>&#8220;Considerando que a Petrobras não pagará participação especial, a cessão pode ser até mesmo sem ônus se houver grande produção e elevados preços do petróleo. A Petrobras poderia até mesmo receber o direito de explorar 5 bilhões de barris com bônus em vez de ônus&#8221;, comenta Lima, doutor em Engenharia Mecânica no campo de produção de petróleo, que trabalhou como pesquisador da Petrobras por mais de 15 anos.</p>
<p><strong>Exploração</strong><br />
O estudo estima que a exploração do pré-sal, descontados os royalties e o custo da extração, pode gerar receitas líquidas de US$ 230 bilhões, supondo um custo de extração duas vezes maior que o atual e valor médio de venda de US$ 70 o barril durante o período de exploração dos 5 bilhões de barris, sem correção monetária.</p>
<p>No entanto, o valor médio de venda do barril de petróleo pode ser de US$ 95,2 entre 2010 e 2015, segundo estatísticas da Energy Information Administration, órgão oficial de informações estatísticas de energia do governo americano. Com esse valor médio, a receita líquida da Petrobras com o direito de exploração da União seria de US$ 344 bilhões.</p>
<p><strong>Capitalização</strong><br />
Com relação à capitalização da Petrobras, o estudo aponta três cenários: em que os acionistas minoritários exercem integralmente seus direitos de preferência para aumentar sua participação no capital da empresa; exercem parcialmente; ou não exercem nenhum direito de preferência.</p>
<p>Caso os acionistas minoritários exerçam integralmente o direito de preferência para a subscrição do aumento de capital social da Petrobras, a participação da União nesse capital permaneceria inalterada em 32,2%.</p>
<p>Nesse caso, sem computar a perda de arrecadação da participação especial, a diferença entre o valor recebido pela cessão e a receita obtida pela cessão seria de US$ 180 bilhões. Como os acionistas privados continuariam, nesse cenário, com 60% do capital social da Petrobras, haveria uma transferência de US$ 108 bilhões do setor público para o setor privado.</p>
<p>Caso os acionistas minoritários não exerçam integralmente seus direitos de preferência, a participação da União no capital social da Petrobras aumentaria e a transferência de patrimônio do setor público para o privado seria menor. Entretanto, no cenário atual, seria prematuro avaliar esse aumento.</p>
<p><a href="http://www.camara.gov.br/internet/Agencia/graficos/Presal.doc" target="_blank"><strong>Leia a íntegra do estudo</strong></a></p>
<p><strong><span style="font-family:Verdana;font-size:xx-small;">Da Assessoria de Imprensa/NA</span></strong><span style="font-family:Verdana;font-size:xx-small;"></p>
<p>(Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura &#8216;Agência Câmara&#8217;)</p>
<p>Agência Câmara<br />
Tel. (61) 3216.1851/3216.1852<br />
Fax. (61) 3216.1856<br />
E-mail:<a href="mailto:agencia@camara.gov.br">agencia@camara.gov.br</a> </span></p>
<br />Publicado emAdministração Pública, Ambiental, Economia, Jurídico, Legislação Tagged: Arrecadação, Economia, Petróleo, Petrobrás, Pré-sal, Tributário <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/miguelbarudi.wordpress.com/720/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/miguelbarudi.wordpress.com/720/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/miguelbarudi.wordpress.com/720/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/miguelbarudi.wordpress.com/720/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/miguelbarudi.wordpress.com/720/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/miguelbarudi.wordpress.com/720/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/miguelbarudi.wordpress.com/720/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/miguelbarudi.wordpress.com/720/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/miguelbarudi.wordpress.com/720/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/miguelbarudi.wordpress.com/720/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/miguelbarudi.wordpress.com/720/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/miguelbarudi.wordpress.com/720/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/miguelbarudi.wordpress.com/720/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/miguelbarudi.wordpress.com/720/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=miguelbarudi.wordpress.com&amp;blog=7582219&amp;post=720&amp;subd=miguelbarudi&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Instalada Comissão sobre Código Ambiental</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 00:21:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Miguel Barudi de Matos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foi instalada hoje a comissão especial criada para analisar o Projeto de Lei 1876/99, do ex-deputado Sérgio Carvalho, que propõe um novo Código Florestal em substituição ao atual (Lei 4.771/65). O projeto tem outras cinco propostas apensadas (PLs 4524/04; 4395/08; 5020/09; 5226/09 e 5367/09). O grupo vai realizar uma reunião amanhã, ao meio-dia, para eleger [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=miguelbarudi.wordpress.com&amp;blog=7582219&amp;post=718&amp;subd=miguelbarudi&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi instalada hoje a <a href="http://www2.camara.gov.br/homeagencia/materias.html?pk=134906"><strong>comissão especial</strong></a> criada para analisar o Projeto de Lei 1876/99, do ex-deputado Sérgio Carvalho, que propõe um novo Código Florestal em substituição ao atual (Lei 4.771/65). O projeto tem outras cinco propostas apensadas (PLs <a href="http://www2.camara.gov.br/homeagencia/materias.html?pk=%2061158"><strong>4524/04</strong></a>; 4395/08; <a href="http://www2.camara.gov.br/homeagencia/materias.html?pk=%20137661"><strong>5020/09</strong></a>; 5226/09 e <a href="http://www2.camara.gov.br/homeagencia/materias.html?pk=%20136582"><strong>5367/09</strong></a>).</p>
<p>O grupo vai realizar uma reunião amanhã, ao meio-dia, para eleger o presidente e os três vice-presidentes da comissão. O presidente irá designar o relator.</p>
<p>O plenário da reunião ainda não foi definido.</p>
<p><strong>Íntegra da proposta:</strong><br />
<a href="http://www2.camara.gov.br/internet/proposicoes/chamadaExterna.html?link=http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=437370">- PL-5367/2009</a><br />
<a href="http://www2.camara.gov.br/internet/proposicoes/chamadaExterna.html?link=http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=429594">- PL-5020/2009</a><br />
<a href="http://www2.camara.gov.br/internet/proposicoes/chamadaExterna.html?link=http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=271008">- PL-4524/2004</a><br />
<a href="http://www2.camara.gov.br/internet/proposicoes/chamadaExterna.html?link=http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=17338">- PL-1876/1999</a><br />
<a href="http://www2.camara.gov.br/internet/proposicoes/chamadaExterna.html?link=http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=434522">- PL-5226/2009</a><br />
<a href="http://www2.camara.gov.br/internet/proposicoes/chamadaExterna.html?link=http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=417996">- PL-4395/2008</a></p>
<p><strong>Notícias relacionadas:</strong><br />
<a href="http://www2.camara.gov.br/homeagencia/materias.html?pk=%20139663"><strong>Câmara terá comissão especial para analisar leis ambientais</strong></a><br />
<a href="http://www2.camara.gov.br/homeagencia/materias.html?pk=%2087020"><strong>Meio Ambiente rejeita projeto do novo Código Florestal</strong></a><br />
<a href="http://www2.camara.gov.br/homeagencia/materias.html?pk=%2080716"><strong>Revogação do Código Florestal é rejeitada</strong></a></p>
<p><strong><span style="font-family:Verdana;font-size:xx-small;">Da Redação/SR</span></strong><span style="font-family:Verdana;font-size:xx-small;"></p>
<p>(Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura &#8216;Agência Câmara&#8217;)</p>
<p>Agência Câmara<br />
Tel. (61) 3216.1851/3216.1852<br />
Fax. (61) 3216.1856<br />
E-mail:<a href="mailto:agencia@camara.gov.br">agencia@camara.gov.br</a></span></p>
<br />Publicado emAdministração Pública, Ambiental, Direito, Direito Ambiental, Direito Constitucional, Economia, Educação, Legislação Tagged: Ambiental, Código Ambiental, Congresso, IBAMA, Meio Ambiente, Ministério do Meio Ambiente <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/miguelbarudi.wordpress.com/718/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/miguelbarudi.wordpress.com/718/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/miguelbarudi.wordpress.com/718/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/miguelbarudi.wordpress.com/718/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/miguelbarudi.wordpress.com/718/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/miguelbarudi.wordpress.com/718/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/miguelbarudi.wordpress.com/718/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/miguelbarudi.wordpress.com/718/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/miguelbarudi.wordpress.com/718/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/miguelbarudi.wordpress.com/718/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/miguelbarudi.wordpress.com/718/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/miguelbarudi.wordpress.com/718/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/miguelbarudi.wordpress.com/718/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/miguelbarudi.wordpress.com/718/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=miguelbarudi.wordpress.com&amp;blog=7582219&amp;post=718&amp;subd=miguelbarudi&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Anatel diz que prioridade é universalizar banda larga</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 00:19:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Ronaldo Sardenberg, afirmou nesta terça-feira que a prioridade da agência é universalizar o serviço de banda larga na internet e apontou que os dois gargalos para o crescimento da rede são a queda nos preços do serviço e a expansão da infraestrutura física de banda larga. Sardenberg [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=miguelbarudi.wordpress.com&amp;blog=7582219&amp;post=716&amp;subd=miguelbarudi&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Ronaldo Sardenberg, afirmou nesta terça-feira que a prioridade da agência é universalizar o serviço de banda larga na internet e apontou que os dois gargalos para o crescimento da rede são a queda nos preços do serviço e a expansão da infraestrutura física de banda larga. Sardenberg lembrou também que será necessário muito investimento da iniciativa privada para atingir o objetivo da agência. &#8220;Em dez anos serão necessários R$ 250 bilhões para o setor como um todo e não só para a banda larga. Espero que as empresas procurem alterar seus planos de negócio.&#8221;</p>
<p>Ele participou de seminário sobre os usos e a previsão de investimentos na banda larga, realizado pelo <a href="http://www2.camara.gov.br/homeagencia/materias.html?pk=70053"><strong>Conselho de Altos Estudos e Avaliação Tecnológica</strong></a> e pela Comissão de Ciência e Tecnologia.</p>
<p>Segundo uma pesquisa do Instituto IDC Brasil, existem aproximadamente 18 milhões de conexões de internet de alta velocidade no País e espera-se um aumento de 20% nesse número em 2010.</p>
<div id="objeto_midia" style="float:right;width:240px;margin-left:5px;"></div>
<p>O deputado Paulo Henrique Lustosa (PMDB-CE) concordou com a necessidade de incentivos e investimentos no setor. Ele lembrou que, além de trazer vantagens para a população, como economia de tempo e democratização do acesso à informação, a expansão da rede de banda larga pode tornar real o conceito de governança digital, em que as informações eliminariam boa parte da burocracia e aumentariam a eficiência no setor público.</p>
<p>O parlamentar citou experiências pioneiras como a das cidades digitais e aplicações cotidianas do uso da banda larga pelo setor público. &#8220;No Ceará, por exemplo, o governador criou um programa de segurança pública, o &#8220;Ronda do Quarteirão&#8221;, em que todos os veículos da polícia são equipados com computadores de bordo conectados a uma central da Secretaria de Segurança e ao Departamento de Trânsito. Então, quando o policial aborda um carro, ele sabe se esse carro tem multa, se na sua carteira você já extrapolou o limite dos vinte pontos. Todas as políticas públicas podem se aproveitar dessa infraestrutura de comunicação&#8221;, apontou.</p>
<p><strong>Notícias relacionadas:</strong><br />
<a href="http://www2.camara.gov.br/homeagencia/materias.html?pk=139810"><strong>Deputado propõe formalização das lan houses</strong></a><br />
<a href="http://www2.camara.gov.br/homeagencia/materias.html?pk=138776"><strong>Defesa do Consumidor discutirá ampliação do acesso à internet</strong></a><br />
<a href="http://www2.camara.gov.br/homeagencia/materias.html?pk=138563"><strong>Conselho de Altos Estudos analisa ampliação do acesso à banda larga</strong></a><br />
<a href="http://www2.camara.gov.br/homeagencia/materias.html?pk=124773"><strong>Governo quer 55 mil escolas públicas com internet até 2010</strong></a><br />
<a href="http://www2.camara.gov.br/homeagencia/materias.html?pk=123279"><strong>Escola rural terá acesso à internet até o fim de 2013</strong></a><br />
<a href="http://www2.camara.gov.br/homeagencia/materias.html?pk=121749"><strong>Anatel: preço e infra-estrutura limitam a inclusão digital</strong></a></p>
<p><strong><span style="font-family:Verdana;font-size:xx-small;">Reportagem &#8211; Bruno Angrisano/Rádio Câmara<br />
Edição &#8211; Patricia Roedel</span></strong><span style="font-family:Verdana;font-size:xx-small;"></p>
<p>(Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura &#8216;Agência Câmara&#8217;)</p>
<p>Agência Câmara<br />
Tel. (61) 3216.1851/3216.1852<br />
Fax. (61) 3216.1856<br />
E-mail:<a href="mailto:agencia@camara.gov.br">agencia@camara.gov.br</a> </span></p>
<br />Publicado emAdministração Pública, Direito, Economia, Educação, Jurídico, Legislação, Pesquisa Tagged: Agências Reguladoras, ANATEL, Banda Larga, Economia, Internet <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/miguelbarudi.wordpress.com/716/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/miguelbarudi.wordpress.com/716/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/miguelbarudi.wordpress.com/716/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/miguelbarudi.wordpress.com/716/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/miguelbarudi.wordpress.com/716/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/miguelbarudi.wordpress.com/716/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/miguelbarudi.wordpress.com/716/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/miguelbarudi.wordpress.com/716/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/miguelbarudi.wordpress.com/716/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/miguelbarudi.wordpress.com/716/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/miguelbarudi.wordpress.com/716/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/miguelbarudi.wordpress.com/716/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/miguelbarudi.wordpress.com/716/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/miguelbarudi.wordpress.com/716/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=miguelbarudi.wordpress.com&amp;blog=7582219&amp;post=716&amp;subd=miguelbarudi&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Fertilizante pode ficar isento de contribuição da Marinha Mercante</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 00:17:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Miguel Barudi de Matos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Foz do Iguaçu]]></category>
		<category><![CDATA[Jurídico]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação]]></category>
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		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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		<description><![CDATA[A Câmara analisa o Projeto de Lei 5705/09 que isenta as cargas de fertilizantes do pagamento do Adicional ao Frete para a Renovação da Marinha Mercante (AFRMM). A medida altera a Lei 10.893/04, que estabeleceu a taxa. O projeto foi apresentado pela comissão especial que avalia o impacto da crise econômico-financeira na agricultura. Os fertilizantes [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=miguelbarudi.wordpress.com&amp;blog=7582219&amp;post=714&amp;subd=miguelbarudi&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara analisa o Projeto de Lei 5705/09 que isenta as cargas de fertilizantes do pagamento do Adicional ao Frete para a Renovação da Marinha Mercante (AFRMM). A medida altera a Lei 10.893/04, que estabeleceu a taxa. O projeto foi apresentado pela comissão especial que avalia o impacto da crise econômico-financeira na agricultura.</p>
<p>Os fertilizantes que serão beneficiados pela medida estão classificados na Tabela de Incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados (Tipi), que é baseada na Nomenclatura Comum do Mercosul.</p>
<p>O AFRMM é uma contribuição de intervenção no domínio econômico (<a href="http://www2.camara.gov.br/homeagencia/materias.html?pk=88696"><strong>Cide</strong></a>) calculada sobre a remuneração do transporte aquaviário de qualquer natureza descarregada em porto brasileiro.</p>
<p>As alíquotas da AFRMM, atualmente, são as seguintes:<br />
- 25% na  navegação  de  longo  curso;<br />
- 10% na navegação de cabotagem; e<br />
- 40% na navegação fluvial e lacustre, quando do transporte de graneis líquidos nas regiões Norte e Nordeste.</p>
<p><strong>Custo da agricultura</strong><br />
De acordo com o presidente da Comissão, deputado Lelo Coimbra (PMDB-ES), que encaminhou o projeto, cerca de 70% do nitrogênio, 50% do fósforo e 90% do potássio consumidos pela agricultura brasileira vêm do mercado externo. São insumos de baixo valor agregado, mas que envolvem a movimentação de grandes volumes físicos. Por isso, o adicional ao frete tem peso significativo na formação dos preços dos fertilizantes consumidos em nosso País.</p>
<p>&#8220;Isentar esse importante insumo agrícola da incidência do AFRMM significa reduzir o custo de produção de nossa agricultura, contribuindo para o aumento de sua produtividade&#8221;, explica Coimbra..</p>
<p><strong>Tramitação</strong><br />
O projeto será analisado pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; Finanças e Tributação; e Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de ser votado pelo Plenário.</p>
<p><strong>Íntegra da proposta:</strong><br />
<a href="http://www2.camara.gov.br/internet/proposicoes/chamadaExterna.html?link=http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=443816">- PL-5707/2009</a></p>
<p><strong>Notícias relacionadas:</strong><br />
<a href="http://www2.camara.gov.br/homeagencia/materias.html?pk=%20110942"><strong> Agricultura isenta transporte de fertilizante de tributo </strong></a></p>
<p><strong><span style="font-family:Verdana;font-size:xx-small;">Reportagem &#8211; Rejane Xavier<br />
Edição &#8211; Paulo Cesar Santos</span></strong><span style="font-family:Verdana;font-size:xx-small;"></p>
<p>(Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura &#8216;Agência Câmara&#8217;)</p>
<p>Agência Câmara<br />
Tel. (61) 3216.1851/3216.1852<br />
Fax. (61) 3216.1856<br />
E-mail:<a href="mailto:agencia@camara.gov.br">agencia@camara.gov.br</a> </span></p>
<br />Publicado emAdministração Pública, Economia, Foz do Iguaçu, Jurídico, Legislação, Notícias Tagged: Agricultura, Agronegócio, Congresso, Economia, Finanças, Tributário <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/miguelbarudi.wordpress.com/714/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/miguelbarudi.wordpress.com/714/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/miguelbarudi.wordpress.com/714/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/miguelbarudi.wordpress.com/714/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/miguelbarudi.wordpress.com/714/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/miguelbarudi.wordpress.com/714/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/miguelbarudi.wordpress.com/714/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/miguelbarudi.wordpress.com/714/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/miguelbarudi.wordpress.com/714/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/miguelbarudi.wordpress.com/714/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/miguelbarudi.wordpress.com/714/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/miguelbarudi.wordpress.com/714/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/miguelbarudi.wordpress.com/714/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/miguelbarudi.wordpress.com/714/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=miguelbarudi.wordpress.com&amp;blog=7582219&amp;post=714&amp;subd=miguelbarudi&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Finanças arquiva lei orgânica da autonomia universitária</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 00:16:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Miguel Barudi de Matos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Direito]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Constitucional]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Jurídico]]></category>
		<category><![CDATA[Autonomia Universitária]]></category>
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		<category><![CDATA[Ensino Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[MEC]]></category>

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		<description><![CDATA[A Comissão de Finanças e Tributação rejeitou na quarta-feira (23) o Projeto de Lei Complementar 118/03, do deputado Eduardo Valverde (PT-RO), que pretendia instituir a Lei Orgânica da Autonomia Universitária. A proposta tinha como objetivo regulamentar a autonomia das universidades públicas nos aspectos didático-científico, administrativo e de gestão financeira e patrimonial. Prevaleceu o parecer do [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=miguelbarudi.wordpress.com&amp;blog=7582219&amp;post=712&amp;subd=miguelbarudi&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Finanças e Tributação rejeitou na quarta-feira (23) o Projeto de Lei Complementar <a href="http://www2.camara.gov.br/homeagencia/materias.html?pk=43954"><strong>118/03</strong></a>, do deputado Eduardo Valverde (PT-RO), que pretendia instituir a Lei Orgânica da Autonomia Universitária.</p>
<p>A proposta tinha como objetivo regulamentar a autonomia das universidades públicas nos aspectos didático-científico, administrativo e de gestão financeira e patrimonial.</p>
<p>Prevaleceu o parecer do relator, deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), pela incompatibilidade e inadequação financeira e orçamentária. Segundo o relator, o projeto fere artigo da Constituição que define como privativa do presidente da República a atribuição de, por meio de lei, criar cargos, funções ou empregos públicos na administração direta e autárquica.</p>
<p><strong>Arquivamento</strong><br />
O projeto havia sido <a href="http://www2.camara.gov.br/homeagencia/materias.html?pk=110506"><strong>aprovado</strong></a> em 2007 pela comissão do Trabalho, Administração e Serviço Público, e <a href="http://www2.camara.gov.br/homeagencia/materias.html?pk=115547"><strong>rejeitado</strong></a> no mesmo ano pela comissão de Educação e Cultura. Como a rejeição pela comissão de Finanças é <a href="http://www2.camara.gov.br/homeagencia/materias.html?pk=128550"><strong>terminativa</strong></a>, o projeto será arquivado.</p>
<p><strong>Íntegra da proposta:</strong><br />
<a href="http://www2.camara.gov.br/internet/proposicoes/chamadaExterna.html?link=http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=148685">- PLP-118/2003</a></p>
<p><strong>Notícias relacionadas:</strong><br />
<a href="http://www2.camara.gov.br/homeagencia/materias.html?pk=136936"><strong>Reforma universitária: estudantes e professores buscam consenso</strong></a><br />
<a href="http://www2.camara.gov.br/homeagencia/materias.html?pk=134325"><strong>Legislação Participativa aprova proposta da UNE para universidade</strong></a><br />
<a href="http://www2.camara.gov.br/homeagencia/materias.html?pk=129424"><strong>Estudantes e universidades pedem revisão de avaliação de ensino</strong></a><br />
<a href="http://www2.camara.gov.br/homeagencia/materias.html?pk=128098"><strong>Câmara aprova novo modelo de educação tecnológica e profissional</strong></a></p>
<p><strong><span style="font-family:Verdana;font-size:xx-small;">Reportagem &#8211; Luiz Claudio Pinheiro<br />
Edição &#8211; Newton Araújo</span></strong><span style="font-family:Verdana;font-size:xx-small;"></p>
<p>(Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura &#8216;Agência Câmara&#8217;)</p>
<p>Agência Câmara<br />
Tel. (61) 3216.1851/3216.1852<br />
Fax. (61) 3216.1856<br />
E-mail:<a href="mailto:agencia@camara.gov.br">agencia@camara.gov.br</a> </span></p>
<br />Publicado emAdministração Pública, Direito, Direito Constitucional, Economia, Educação, Jurídico Tagged: Autonomia Universitária, Congresso, Economia, Ensino Superior, Finanças, MEC <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/miguelbarudi.wordpress.com/712/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/miguelbarudi.wordpress.com/712/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/miguelbarudi.wordpress.com/712/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/miguelbarudi.wordpress.com/712/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/miguelbarudi.wordpress.com/712/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/miguelbarudi.wordpress.com/712/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/miguelbarudi.wordpress.com/712/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/miguelbarudi.wordpress.com/712/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/miguelbarudi.wordpress.com/712/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/miguelbarudi.wordpress.com/712/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/miguelbarudi.wordpress.com/712/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/miguelbarudi.wordpress.com/712/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/miguelbarudi.wordpress.com/712/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/miguelbarudi.wordpress.com/712/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=miguelbarudi.wordpress.com&amp;blog=7582219&amp;post=712&amp;subd=miguelbarudi&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
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		<title>Pequenas petrolíferas querem participar da exploração do pré-sal</title>
		<link>http://miguelbarudi.wordpress.com/2009/09/29/pequenas-petroliferas-querem-participar-da-exploracao-do-pre-sal/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 00:14:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Miguel Barudi de Matos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Direito]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso]]></category>
		<category><![CDATA[Petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobrás]]></category>
		<category><![CDATA[Pré-sal]]></category>

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		<description><![CDATA[Pequenas petrolíferas querem participar da exploração do pré-sal O presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), João Carlos França de Luca, defendeu a abertura da exploração do pré-sal para pequenas empresas privadas. Para o instituto, a contratação direta da Petrobras, sem licitação, como único operador do pré-sal, pode trazer problemas para o [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=miguelbarudi.wordpress.com&amp;blog=7582219&amp;post=710&amp;subd=miguelbarudi&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Pequenas petrolíferas querem participar da exploração do pré-sal</div>
<div id="objeto_midia" style="float:right;width:240px;margin-left:5px;"></div>
<p>O presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), João Carlos França de Luca, defendeu a abertura da exploração do <a href="http://www2.camara.gov.br/homeagencia/materias.html?pk=127345"><strong>pré-sal</strong></a> para pequenas empresas privadas. Para o instituto, a contratação direta da Petrobras, sem licitação, como único operador do pré-sal, pode trazer problemas para o mercado brasileiro e para a própria Petrobras.</p>
<p>O IBP reúne mais de 70 empresas, que representam 20% do investimento na indústria petrolífera brasileira. A própria Petrobras, responsável pelos outros 80%, participa do instituto, embora Luca tenha ressaltado que a empresa tem guardado neutralidade quanto ao assunto dentro do IBP. Em audiência pública nesta terça-feira da comissão especial sobre exploração e produção do pré-sal, ele apresentou as contribuições da entidade para o debate sobre o Projeto de Lei <a href="http://www2.camara.gov.br/homeagencia/materias.html?pk=117944"><strong>2502/07</strong></a>, do deputado Eduardo Valverde (PT-RO), que tem <a href="http://www2.camara.gov.br/homeagencia/materias.html?pk=69896"><strong>apensado</strong></a> o PL <a href="http://www2.camara.gov.br/homeagencia/materias.html?pk=139498"><strong>5938/09</strong></a>, apresentado pelo governo.</p>
<p>Luca ressaltou que há espaço, sim, para atuação dos outros agentes privados, e que a Petrobras terá sempre um papel de liderança, porque detém a maior parte da tecnologia de exploração. A proposta do governo é de que a Petrobras opere os campos do pré-sal, podendo haver parcerias em sistema de partilha, uma vez que a descoberta de petróleo já foi feita, e o risco da operação seria muito baixo. &#8220;Mas existem áreas menos nobres do pré-sal, em que as chances de sucesso na perfuração não são tão grandes quanto o coração das descobertas atuais&#8221;, disse.</p>
<p>Além disso, ele acredita que a exploração de áreas menores acabe atrasando, por falta de interesse da Petrobras, ou se torne onerosa para ela, uma vez que a empresa será obrigada a operar todos os empreendimentos. Ele destacou que, caso haja licitações, a Petrobras vai ser obrigada a trabalhar com parceiros que não escolheu, pela mesma razão.</p>
<p><strong>Medida inconstitucional</strong><br />
Por fim, o IBP acredita que a contratação direta e sem licitação de uma empresa, mesmo a Petrobras, que tem capital misto, é inconstitucional. Segundo Luca, a licitação é obrigatória quando a União decide contratar uma empresa para explorar áreas em que tem monopólio, como o petróleo. Ele citou decisão do Supremo Tribunal Federal, afirmando que a Petrobras não é prestadora de serviço público e não pode ser entendida como delegada da União, o que dispensaria licitações.</p>
<p>A ideia de que haja uma disputa judicial sobre exploração do pré-sal preocupou o deputado Miro Teixeira (PDT-RJ), que viu a possibilidade de enfraquecimento da Petrobras, exatamente o contrário do que se quer com a proposta. &#8220;Estamos olhando para o petróleo, mas o campo é fértil para advogados&#8221;, alertou.</p>
<p>Durante o debate, o deputado Paulo Teixeira (PT-SP) saiu em defesa da proposta. Para ele, é preciso privilegiar a Petrobras porque foi ela quem fez o maior investimento para a descoberta. &#8220;Ainda vamos fazer esse debate da constitucionalidade, mas a lei de licitações prevê a dispensa, e no caso do pré-sal faremos justiça ao escolher os atores&#8221;, disse.</p>
<p><strong>Petro-Sal</strong><br />
Para o ex-diretor de Exploração e Produção da Petrobras, Wagner Freire, que trabalha no mercado brasileiro há mais de 40 anos, a proposta (PL <a href="http://www2.camara.gov.br/homeagencia/materias.html?pk=139499"><strong>5939/09</strong></a>) de que uma nova empresa estatal &#8211; Petro-Sal &#8211; seja responsável por gerir as operações é temerária. Segundo ele, a Petro-Sal não terá condições de fiscalizar as empresas que explorarem os poços, porque isso demandaria experiência que não está disponível, e só será adquirida ao longo da exploração.</p>
<p>Para o IBP, o problema é o excessivo poder da Petro-Sal no comitê operacional de cada empreendimento. Para o instituto, não há problema que a empresa represente os interesses da União, mas o mercado receia que a intervenção possa prejudicar as operações. Por isso, a entidade pede a retirada do poder de veto da Petro-Sal no comitê, de forma que ela participe e fiscalize, mas sem interferir no dia-a-dia da operação.</p>
<p><strong>Ausência</strong><br />
O secretário de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços do Rio de Janeiro, Júlio César Carmo Bueno, que também participaria da audiência, não compareceu.</p>
<p><strong>Íntegra da proposta:</strong><br />
<a href="http://www2.camara.gov.br/internet/proposicoes/chamadaExterna.html?link=http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=447935">- PL-5939/2009</a><br />
<a href="http://www2.camara.gov.br/internet/proposicoes/chamadaExterna.html?link=http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=378478">- PL-2502/2007</a></p>
<p><strong>Notícias relacionadas:</strong><br />
<a href="http://www2.camara.gov.br/homeagencia/materias.html?pk=140439"><strong>Diretor da ANP defende partilha e criação da Petro-Sal</strong></a><br />
<a href="http://www2.camara.gov.br/homeagencia/materias.html?pk=%20140333"><strong>Chinaglia vai priorizar debate técnico na exploração do pré-sal</strong></a><br />
<a href="http://www2.camara.gov.br/homeagencia/materias.html?pk=140332"><strong>Relator analisa criação de escritórios da Petro-Sal nos estados</strong></a><br />
<a href="http://www2.camara.gov.br/homeagencia/materias.html?pk=140220"><strong>Projetos sobre o pré-sal receberam 823 emendas</strong></a><br />
<a href="http://www2.camara.gov.br/homeagencia/materias.html?pk=140082"><strong>Governo poderá enviar projeto sobre royalties do pré-sal</strong></a><br />
<a href="http://www2.camara.gov.br/homeagencia/materias.html?pk=140073"><strong>Câmara define presidentes e relatores dos projetos do pré-sal</strong></a></p>
<p><strong><span style="font-family:Verdana;font-size:xx-small;">Reportagem &#8211; Marcello Larcher<br />
Edição &#8211; Marcos Rossi</span></strong><span style="font-family:Verdana;font-size:xx-small;"></p>
<p>(Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura &#8216;Agência Câmara&#8217;)</p>
<p>Agência Câmara<br />
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		<title>Licenciamento ambiental para pavimentação de rodovia na Amazônia é uma “guerra”, afirma Minc</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Jul 2009 13:02:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Miguel Barudi de Matos</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O licenciamento ambiental da restauração e pavimentação da BR-319, entre Manaus (Amazonas) e Porto Velho (Rondônia), é uma “guerra”, afirmou na sexta-feira (10) o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc ao se referir à disputa da área ambiental com outras pastas dentro do governo federal.<br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" /><br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" />Minc ressaltou que a estrada que liga Manaus a Porto Velho “cruza a área mais preservada da Amazônia”, por isso não é possível abrir mão das exigências de compensação dos impactos no meio ambiente.<br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" /><br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" />Segundo o ministro, o licenciamento para a obra “não vai sair se não cumprir todas as condições (exigidas pelos órgãos ambientais)”.<br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" /><br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" />O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais divulgou na quinta-feira (9) um parecer rejeitando o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) apresentado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) para o empreendimento.<br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" /><br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" />“O EIA não reúne as mínimas condições e informações que permitam avaliar a viabilidade ambiental do empreendimento. Ao se considerar a avaliação de impactos e as correspondentes medidas mitigadoras propostas, o quadro piora”, aponta o parecer. <em>(Fonte: Daniel Mello/ Agência Brasil)</em></p>
<br />Publicado emAdministração Pública, Ambiental, Direito, Direito Ambiental, Economia, Educação, Legislação, Notícias Tagged: Amazônia, Ambiental, Carlos Minc, Desenvolvimento, Economia, IBAMA, Licenciamento Ambiental, Meio Ambiente <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/miguelbarudi.wordpress.com/705/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/miguelbarudi.wordpress.com/705/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/miguelbarudi.wordpress.com/705/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/miguelbarudi.wordpress.com/705/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/miguelbarudi.wordpress.com/705/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/miguelbarudi.wordpress.com/705/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/miguelbarudi.wordpress.com/705/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/miguelbarudi.wordpress.com/705/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/miguelbarudi.wordpress.com/705/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/miguelbarudi.wordpress.com/705/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/miguelbarudi.wordpress.com/705/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/miguelbarudi.wordpress.com/705/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/miguelbarudi.wordpress.com/705/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/miguelbarudi.wordpress.com/705/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=miguelbarudi.wordpress.com&amp;blog=7582219&amp;post=705&amp;subd=miguelbarudi&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Senador critica Ibama por negar licença ambiental para obra de rodovia na Amazônia</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Jul 2009 13:00:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O senador petista João Pedro (AM) criticou na sexta-feira (10), em plenário, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama) por ter reprovado o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) apresentado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), negando-se a conceder a licença ambiental para a obra de restauração e pavimentação da [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=miguelbarudi.wordpress.com&amp;blog=7582219&amp;post=703&amp;subd=miguelbarudi&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O senador petista João Pedro (AM) criticou na sexta-feira (10), em plenário, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama) por ter reprovado o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) apresentado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), negando-se a conceder a licença ambiental para a obra de restauração e pavimentação da BR-319, rodovia que liga Manaus (AM) a Porto Velho (RO).<br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" /><br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" />“Não recuperar (a rodovia) será uma perseguição brutal às populações que vivem às margens da BR-319”, disse o senador, destacando a importância da rodovia para o escoamento da produção regional e para o deslocamento da população.<br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" /><br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" />Segundo o Ibama, a licença ambiental não foi concedida porque, ao vistoriar o empreendimento, em maio deste ano, os técnicos do instituto constataram o  aumento das áreas de desmatamento, a presença de atividade de madeireiras e o aumento de ocupações no entorno da rodovia antes do início da obra.  <br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" /><br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" />O instituto também alega que os possíveis impactos à fauna e à flora foram “subdimensionados” e que o provável aumento do desmatamento na região e as conseqüências socioeconômicas da obra foram “quase descartados”.<br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" /><br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" />Hoje, em São Paulo, Minc afirmou que o licenciamento ambiental da BR-319 é uma “guerra”, e como a rodovia “cruza a área mais preservada da Amazônia”, ele não será concedido até que as exigências dos órgãos ambientais sejam cumpridas.<br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" /><br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" />Para o senador, no entanto, tais problemas podem ser evitados com uma forte atuação de órgãos federais e estaduais e com o Ibama impondo as contrapartidas aos responsáveis pela obra. Além disso, João Pedro defende que os riscos de eventuais prejuízos ao meio ambiente têm que ser levados em consideração, com responsabilidade, mas não podem ficar acima dos aspectos sociais. O senador disse ainda que se a região se caracteriza por seu alto grau de preservação ambiental, isso se deve fundamentalmente pela ação dos próprios moradores.<br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" /><br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" />Em sua página pessoal no twitter, o senador escreveu que pretende se reunir com o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, na próxima semana, para debater o que considera “um retrocesso para a região”. João Pedro afirma que a recuperação da rodovia, prevista no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) “é uma prioridade para o governo federal”.<br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" /><br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" />“O parecer foi emitido por pessoas que não conhecem a Amazônia. Isso mostra um despreparo daqueles que compõem a equipe do ministro”, escreveu o senador. “Fiz um convite ao ministro para que ele conheça o trecho em questão da BR-319”, completou.<br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" /><br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" />De acordo com o site do Dnit, a recuperação de 877 quilômetros da BR-319 vai melhorar a ligação rodoviária dos estados do Amazonas e de Rondônia a outras regiões do país, tornando o escoamento dos produtos industrializados e agropecuários mais ágil e com menores custos para o mercado interno.<em>(Fonte: Alex Rodrigues/ Agência Brasil)</em></p>
<br />Publicado emAdministração Pública, Ambiental, Direito Ambiental, Economia, Educação, Jurídico, Notícias Tagged: Amazônia, Ambiental, Economia, IBAMA, Licenciamento Ambiental, Meio Ambiente, Senado Federal <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/miguelbarudi.wordpress.com/703/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/miguelbarudi.wordpress.com/703/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/miguelbarudi.wordpress.com/703/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/miguelbarudi.wordpress.com/703/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/miguelbarudi.wordpress.com/703/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/miguelbarudi.wordpress.com/703/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/miguelbarudi.wordpress.com/703/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/miguelbarudi.wordpress.com/703/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/miguelbarudi.wordpress.com/703/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/miguelbarudi.wordpress.com/703/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/miguelbarudi.wordpress.com/703/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/miguelbarudi.wordpress.com/703/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/miguelbarudi.wordpress.com/703/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/miguelbarudi.wordpress.com/703/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=miguelbarudi.wordpress.com&amp;blog=7582219&amp;post=703&amp;subd=miguelbarudi&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Cerca de 74% da Amazônia Legal é formada por morros e colinas, aponta mapa do IBGE</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Jul 2009 12:59:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) lançou na sexta-feira (10) o primeiro banco de dados digital sobre o relevo da Amazônia Legal, região com cerca de 5 milhões de quilômetros quadrados que abrange os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, parte do Maranhão e cinco municípios de Goiás.De [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=miguelbarudi.wordpress.com&amp;blog=7582219&amp;post=701&amp;subd=miguelbarudi&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) lançou na sexta-feira (10) o primeiro banco de dados digital sobre o relevo da Amazônia Legal, região com cerca de 5 milhões de quilômetros quadrados que abrange os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, parte do Maranhão e cinco municípios de Goiás.<br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" /><br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" />De acordo com o gerente da coordenação de Recursos Naturais e Estudos Ambientais, Trento Natali Filho, o objetivo do levantamento é oferecer material para novos estudos voltados ao ordenamento territorial e servir de ferramenta para o planejamento de políticas públicas para o desenvolvimento sustentável da região.<br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" /><br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" />Ele destacou que com o banco de dados é possível verificar, por exemplo, que a planície Amazônica cobre apenas 7% do total da região, enquanto quase 74% do território são formados por relevo visivelmente irregular, como colinas, morros, cristas e tabuleiro (superfície com 20 a 50 metros de altitude, com topo plano, localizada próxima à área costeira).<br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" /><br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" />“Percebemos, com esse levantamento, que a Região Amazônica tem uma variedade de relevo muito maior do que pensávamos há alguns anos. Acreditávamos que isso só ocorria na Região Sudeste”, afirmou.<br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" /><br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" />Ele destacou ainda que o estudo aponta que cerca de 13% da Amazônia Legal é formado por relevos planos, o que indica uma extensão de terra com maiores possibilidades de ocupação, como o desenvolvimento de agricultura.<br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" /><br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" />Segundo Natali Filho, no entanto, os dados isolados não são suficientes para definir as atividades que podem ser desenvolvidas no local. Eles precisam estar associados a outras informações sobre o território, como a qualidade do solo e a altitude, entre outros.<br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" /><br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" />“A conclusão a que se chega com um dado como esse é que o relevo recomenda que se trata de uma área agricultável e que se possa utilizar uma mecanização porque é fácil, mas o relevo é só um fator. Uma determinada área considerada agricultável, em função do relevo, por exemplo, pode estar localizada no topo do planalto de Roraima. Teoricamente ela é cultivável, mas alguém vai cultivar lá no alto? Ou então, ela pode ser uma área extrativista ou uma reserva indígena. Cabe ao governo, de posse desses dados, que são apenas parte das variáveis, definir as políticas públicas de ocupação da região”, ressaltou.<br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" /><br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" />Ainda de acordo com o levantamento, quase 14% da região representam planícies sujeitas a inundações temporárias. O gerente do IBGE acredita que essa constatação pode ser usada não só para desenvolvimento de políticas de ocupação, mas também econômicas, como para empresas que pretendam se instalar no local.<br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" /><br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" />“Esse é um fator restritivo para efeitos de planejamento, porque já se sabe que em um determinado momento a área vai ser alagada. Pode ser daqui a um ano ou a dez, mas isso vai acontecer, então pode haver atividades ali, mas apenas temporárias”, explicou.<br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" /><br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" />O banco de dados do IBGE está disponível no site do instituto (www.ibge.gov.br), na seção download, na área de geociências. <em>(Fonte: Thais Leitão/ Agência Brasil)</em></p>
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		<title>Reunião do G-8 cria bases para acordo sobre clima, diz Obama</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Jul 2009 12:56:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Miguel Barudi de Matos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente dos EUA, Barack Obama, disse nesta sexta-feira (10) que o acordo obtido pelos países mais industrializados do mundo(G-8), e pelos emergentes (G-5) sobre as mudanças climáticas deve impulsionar um tratado mais amplo na reunião da ONU em Copenhague, na Dinamarca em dezembro.<br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" /><br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" />As principais potências concordaram durante a reunião de L&#8217;Áquila, na Itália, que a temperatura global não deve aumentar mais de dois graus Celsius até 2050. Os países industrializados se comprometeram com uma redução 50% das emissões globais de CO2 até 2050, da qual seriam responsáveis por 80%. Os países emergentes se negam a estipular metas.<br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" /><br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" />Obama fez à comunidade internacional um apelo na colaboração para combater a mudança climática e a proliferação nuclear, ao assegurar que esses perigos &#8220;ameaçam a paz e a prosperidade de cada país&#8221;. Segundo o presidente americano, apesar dos progressos obtidos na reunião, ainda há muito a fazer.<br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" /><br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" />&#8220;Não concordamos com tudo, mas mostramos que unidos podemos ter progressos&#8221;, disse Obama. &#8220;Os problemas globais mais graves não podem ser resolvidos apenas por um país&#8221;.<br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" /><br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" /><strong>O acordo</strong> &#8211; O texto não chega a definir metas para a redução dos gases do efeito estufa &#8211; apenas objetivos, termo diferente para a diplomacia, pois não são mandatórios &#8211; e ressalta conflitos entre países desenvolvidos e emergentes no debate do tema.<br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" /><br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" />Uma fonte da diplomacia brasileira insistiu que a ausência de metas quantitativas não ofusca o objetivo dos líderes do MEF de definir um &#8220;rumo político&#8221; para as discussões em andamento no âmbito da Convenção do Clima. Por ser um documento assinado por chefes de Estado, afirmou, a declaração tende a dar uma linha clara para o acordo sobre mudança climática, que deve ser concluído na Conferência do Clima das Nações Unidas, em dezembro.<br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" /><br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" />Os países emergentes concordaram sobre a necessidade de suas políticas de desenvolvimento serem acompanhadas de ações de controle das emissões e da incorporação de novas tecnologias, para impedir a repetição da tradicional curva de crescimento econômico com aumento das emissões. Trata-se de uma &#8220;meta camuflada&#8221;, uma vez que essas ações serão contabilizadas &#8211; e cobradas.<br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" /><br style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;margin:0;padding:0;" />Em sua declaração sobre mudança climática e ambiente, o G-8 insistiu que os países em desenvolvimento também devem assumir uma meta quantitativa &#8211; corte de 20% nas emissões. A declaração do G-5 (Brasil, China, Índia, México e África do Sul), por sua vez, bateu na tecla da necessidade de metas ambiciosas para os países desenvolvidos e de maior empenho deles para o financiamento de iniciativas dos emergentes e pobres.<em> (Fonte: Estadão Online)</em></p>
<br />Publicado emAmbiental, Economia, Educação, Foz do Iguaçu Tagged: Ambiental, EUA, Meio Ambiente, Obama, ONU, Relações Internacionais <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/miguelbarudi.wordpress.com/699/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/miguelbarudi.wordpress.com/699/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/miguelbarudi.wordpress.com/699/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/miguelbarudi.wordpress.com/699/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/miguelbarudi.wordpress.com/699/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/miguelbarudi.wordpress.com/699/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/miguelbarudi.wordpress.com/699/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/miguelbarudi.wordpress.com/699/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/miguelbarudi.wordpress.com/699/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/miguelbarudi.wordpress.com/699/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/miguelbarudi.wordpress.com/699/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/miguelbarudi.wordpress.com/699/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/miguelbarudi.wordpress.com/699/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/miguelbarudi.wordpress.com/699/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=miguelbarudi.wordpress.com&amp;blog=7582219&amp;post=699&amp;subd=miguelbarudi&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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